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Contratação via PJ: Quando é válida e quando vira Pejotização?

Contratação via PJ: Quando é válida e quando vira Pejotização?

  • agosto 2025

Cenário da Contratação PJ no Brasil

Nos últimos anos, cresceu muito o número de profissionais contratados como Pessoa Jurídica (PJ) no Brasil. Esse modelo aparece em áreas como tecnologia, saúde, marketing e até advocacia, sempre com a promessa de maior flexibilidade e redução de custos para as empresas.

Mas existe uma linha tênue entre uma contratação PJ legítima e a chamada pejotização. Nesse caso, a empresa utiliza esse formato apenas para disfarçar uma relação de emprego que deveria estar protegida pela CLT.

Contrato de Trabalho x Contrato PJ

• CLT (carteira assinada): garante férias, 13º, FGTS, INSS e outros direitos. O empregado atua de forma subordinada, com rotina definida pela empresa.

• PJ (prestação de serviços): funciona como um contrato entre duas empresas. O prestador tem mais autonomia, pode negociar prazos e até se fazer substituir. Em compensação, não recebe os benefícios da CLT e precisa arcar com impostos e contribuições por conta própria.

Quando a contratação vira pejotização?

A pejotização acontece quando o profissional é obrigado a abrir uma empresa para ser contratado, mas continua trabalhando como se fosse CLT: mesma carga horária, subordinação direta e exclusividade.

Nesses casos, a Justiça entende que há fraude e pode reconhecer vínculo empregatício, obrigando a empresa a pagar todos os direitos retroativos, além de multas e encargos.

O que dizem os tribunais?

• O TST (Tribunal Superior do Trabalho) costuma reconhecer pejotização quando os elementos típicos de emprego estão presentes, independentemente do contrato formal.

• O STF (Supremo Tribunal Federal), por outro lado, já afirmou que contratar PJ não é ilegal por si só. O problema está no abuso: se houver liberdade real de negociação e autonomia, não há fraude.

Ou seja, o tema ainda gera discussões e riscos para as empresas que tentam usar o formato de forma irregular.

Exemplos do dia a dia

• Legítimo: designer que atende várias empresas, define seus prazos e valores, e emite nota fiscal por cada serviço.
• Pejotização: programador obrigado a abrir MEI, mas que bate ponto, recebe ordens diretas de um chefe e não pode prestar serviço para ninguém além da empresa contratante.

Conclusão

A contratação via PJ pode ser uma ótima solução para profissionais autônomos e para empresas que buscam flexibilidade. No entanto, se o objetivo for apenas cortar custos trabalhistas, há grandes chances de configurar pejotização e transformar a economia imediata em um passivo trabalhista e fiscal enorme.

Para evitar problemas, empresas devem estruturar contratos claros, respeitando a autonomia do prestador, enquanto profissionais precisam entender seus direitos e deveres nesse modelo.

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